67ª E.B.O. (Escola Bíblia de Obreiros) OnLine
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Conversão e Início do Ministério do Pastor Watchman Nee
A conversão do pastor chinês Watchman Nee
Tradução de João Cruzué
"Meu nascimento foi
a resposta de uma oração. Minha mãe tinha muito medo de que sucedesse a
ela o mesmo que acontecera a sua cunhada que tivera seis filhas, o que
segundo os costumes chineses era ruim, pois meninos eram os mais
desejados. Mamãe já tivera duas meninas, e embora não entendesse
completamente o compromisso de uma oração, ela orou ao Senhor e disse:
“Se o Senhor me der um filho, eu lho darei de volta como presente". E o
Senhor ouviu aquela oração, e eu nasci. Foi meu pai que mais tarde me
disse que antes do meu nascimento minha mãe me tinha prometido ao
Senhor".
Para muitas pessoas, a característica proeminente de ser salvo é o ato de ser liberto do pecado. Entretanto, para mim a questão era se eu aceitaria Jesus e me tornaria seu seguidor e um servo ao mesmo tempo. Eu Fiquei assustado porque se me tornasse um cristão então eu seria chamado para servir a Cristo, e isto iria custar muito caro para mim. Conseqüentemente, o conflito foi resolvido assim que eu percebi que minha salvação deveria ter os dois aspectos. Então, decidi aceitar Cristo como meu Salvador e servi-lo como meu Senhor. Isto foi em 1920, quando tinha 17 anos de idade.
"Na tarde de 29 de abril de 1920, eu estava sozinho em meu quarto lutando para decidir se deveria ou não crer em Cristo. Primeiro, eu estava relutante, mas assim que tentei orar, vi a magnitude dos meus pecados e a realidade, a eficácia de Jesus como Salvador. Assim que eu visualizei as mãos do Senhor estendidas sobre a cruz, elas pareciam me envolver e vi o Senhor dizer: Eu estava aqui esperando por você!
Observando efetivamente o sangue de Cristo limpando meus pecados e cobrindo me de tanto amor eu o aceitei ali mesmo em meu quarto. Anteriormente, eu havia rido das pessoas que aceitavam Jesus, mas naquela tarde, a experiência se tornou também real para mim, e eu chorei, e confessei meus pecados, procurando pelo perdão do Senhor. Assim que fiz minha primeira oração, eu conheci uma alegria e paz tais, que eu nunca tinha experimentado antes. Uma luz parecia fluir no quarto e eu disse ao Senhor: Jesus, o Senhor tem sido deveras misericordioso para comigo."
Depois que me tornei um salvo em Cristo, enquanto meus colegas traziam novelas para ler em classe, eu levava a Bíblia para estudar. Mais tarde, eu deixei a Faculdade para entrar em um Instituto Bíblico, sediado em Xangai criado pela irmã Dora Yu. No começo, por muitas vezes, ela muito educadamente tentou me expulsar do instituto com a explicação de que era inconveniente para mim ficar ali mais tempo. Na realidade era por causa de meu exigente apetite, roupas diletantes e costume de me levantar muito tarde pelas manhãs. Ela queria me mandar embora. Meu desejo de servir a Deus tinha levado um sério revés.
Embora eu pensasse que minha vida tinha sido transformada, de fato permaneciam muitas e muitas coisas que precisavam ser mudadas. Percebendo que eu ainda não estava pronto para o serviço do Senhor, decidi voltar a escola secular. Meus colegas de classe reconheceram que algumas coisas tinha alterado em minha vida mas que existiam muitas outras que ainda permaneciam em meu velho temperamento . Por isso, meu testemunho na escola não era muito poderoso, e quando pela primeira vez dei meu testemunho para o irmão Weigh, ele não me deu atenção.
Seguindo minha nova natureza de salvo já havia muitas mudanças e todo um planejamento de mais de dez anos se tornou sem significado e minhas ambições de uma brilhante carreira já estavam sendo descartadas. A partir daquele dia com uma inegável certeza do chamado de Deus, eu sabia qual deveria ser carreira da minha vida. Eu entendi que o Senhor tinha me escolhido para si, para minha própria salvação e para sua glória. Ele tinha me chamado para servi-lo e para ser seu amigo-operário.
Antes eu desprezava pregadores e pregações porque naqueles dias eles eram assalariados dos missionários americanos ou europeus, e por este serviço ganhavam deles míseros oito ou nove dólares de prata por mês. Eu nunca imaginaria, nem por um momento, que me tornaria um pregador, uma profissão a qual eu considerava tão insignificante.
Depois de me tornar um cristão, tive espontaneamente um desejo de levar outras pessoas para Cristo, mas depois de um ano de testemunho e testemunhando para meus colegas de escola secular, não havia nenhum resultado visível. Eu pensava que mais palavras e mais razões seriam eficientes, mas meu testemunho parecia não ter um efeito poderoso sobre as pessoas.
Tempos mais tarde, encontrei uma missionária da Região Oeste, a irmã Grose, que me perguntou quantas pessoas tinham sido salvas através de mim naquele primeiro ano. Eu abaixei minha cabeça e vergonhosamente confessei que a despeito de minhas tentativas de pregar o evangelho para meus colegas, nenhum deles tinha se convertido.
Então, ela me disse francamente que deveria existir alguma coisa errada impedindo minha comunicação com o Senhor. Talvez fosse um pecado escondido, dívidas ou algum outro impedimento. Admiti que tais coisas existiam e ela me arguiu se estava disposto resolvê-las, imediatamente. Concordei. A seguir me perguntou como dava meu testemunho e eu lhe disse que escolhia as pessoas ao acaso e lhes falava a respeito do Senhor, se elas mostrassem algum interesse. Ao que a missionária me ensinou que eu deveria fazer uma lista e orasse por meus amigos primeiro, enquanto aguardasse pela oportunidade de Deus para testemunhar para eles.
Imediatamente, comecei a colocar minha vida em ordem para eliminar os problemas que impediam minha comunhão com o Senhor. Ao mesmo tempo, fiz uma lista com o nome de setenta amigos com o propósito de orar por eles diariamente. Alguns dias eu orava a cada hora, até na sala de aula. Quando as oportunidades vieram eu tentava persuadi-los a crer no Senhor Jesus. Meus colegas freqüentemente diziam jocosamente, lá vem o Sr. pregador, vamos ouvir sua pregação... Embora de fato, eles não tivessem a mínima intenção de ouvir.
Eu contei, depois, meu fracasso a irmã Grose e ela me persuadiu a continuar orando até que algum deles fosse salvo. E, com a graça do Senhor continuei orando diariamente, e depois de vários meses, todas, com exceção de uma, das setenta pessoas daquela lista foram salvas
Para muitas pessoas, a característica proeminente de ser salvo é o ato de ser liberto do pecado. Entretanto, para mim a questão era se eu aceitaria Jesus e me tornaria seu seguidor e um servo ao mesmo tempo. Eu Fiquei assustado porque se me tornasse um cristão então eu seria chamado para servir a Cristo, e isto iria custar muito caro para mim. Conseqüentemente, o conflito foi resolvido assim que eu percebi que minha salvação deveria ter os dois aspectos. Então, decidi aceitar Cristo como meu Salvador e servi-lo como meu Senhor. Isto foi em 1920, quando tinha 17 anos de idade.
"Na tarde de 29 de abril de 1920, eu estava sozinho em meu quarto lutando para decidir se deveria ou não crer em Cristo. Primeiro, eu estava relutante, mas assim que tentei orar, vi a magnitude dos meus pecados e a realidade, a eficácia de Jesus como Salvador. Assim que eu visualizei as mãos do Senhor estendidas sobre a cruz, elas pareciam me envolver e vi o Senhor dizer: Eu estava aqui esperando por você!
Observando efetivamente o sangue de Cristo limpando meus pecados e cobrindo me de tanto amor eu o aceitei ali mesmo em meu quarto. Anteriormente, eu havia rido das pessoas que aceitavam Jesus, mas naquela tarde, a experiência se tornou também real para mim, e eu chorei, e confessei meus pecados, procurando pelo perdão do Senhor. Assim que fiz minha primeira oração, eu conheci uma alegria e paz tais, que eu nunca tinha experimentado antes. Uma luz parecia fluir no quarto e eu disse ao Senhor: Jesus, o Senhor tem sido deveras misericordioso para comigo."
Depois que me tornei um salvo em Cristo, enquanto meus colegas traziam novelas para ler em classe, eu levava a Bíblia para estudar. Mais tarde, eu deixei a Faculdade para entrar em um Instituto Bíblico, sediado em Xangai criado pela irmã Dora Yu. No começo, por muitas vezes, ela muito educadamente tentou me expulsar do instituto com a explicação de que era inconveniente para mim ficar ali mais tempo. Na realidade era por causa de meu exigente apetite, roupas diletantes e costume de me levantar muito tarde pelas manhãs. Ela queria me mandar embora. Meu desejo de servir a Deus tinha levado um sério revés.
Embora eu pensasse que minha vida tinha sido transformada, de fato permaneciam muitas e muitas coisas que precisavam ser mudadas. Percebendo que eu ainda não estava pronto para o serviço do Senhor, decidi voltar a escola secular. Meus colegas de classe reconheceram que algumas coisas tinha alterado em minha vida mas que existiam muitas outras que ainda permaneciam em meu velho temperamento . Por isso, meu testemunho na escola não era muito poderoso, e quando pela primeira vez dei meu testemunho para o irmão Weigh, ele não me deu atenção.
Seguindo minha nova natureza de salvo já havia muitas mudanças e todo um planejamento de mais de dez anos se tornou sem significado e minhas ambições de uma brilhante carreira já estavam sendo descartadas. A partir daquele dia com uma inegável certeza do chamado de Deus, eu sabia qual deveria ser carreira da minha vida. Eu entendi que o Senhor tinha me escolhido para si, para minha própria salvação e para sua glória. Ele tinha me chamado para servi-lo e para ser seu amigo-operário.
Antes eu desprezava pregadores e pregações porque naqueles dias eles eram assalariados dos missionários americanos ou europeus, e por este serviço ganhavam deles míseros oito ou nove dólares de prata por mês. Eu nunca imaginaria, nem por um momento, que me tornaria um pregador, uma profissão a qual eu considerava tão insignificante.
Depois de me tornar um cristão, tive espontaneamente um desejo de levar outras pessoas para Cristo, mas depois de um ano de testemunho e testemunhando para meus colegas de escola secular, não havia nenhum resultado visível. Eu pensava que mais palavras e mais razões seriam eficientes, mas meu testemunho parecia não ter um efeito poderoso sobre as pessoas.
Tempos mais tarde, encontrei uma missionária da Região Oeste, a irmã Grose, que me perguntou quantas pessoas tinham sido salvas através de mim naquele primeiro ano. Eu abaixei minha cabeça e vergonhosamente confessei que a despeito de minhas tentativas de pregar o evangelho para meus colegas, nenhum deles tinha se convertido.
Então, ela me disse francamente que deveria existir alguma coisa errada impedindo minha comunicação com o Senhor. Talvez fosse um pecado escondido, dívidas ou algum outro impedimento. Admiti que tais coisas existiam e ela me arguiu se estava disposto resolvê-las, imediatamente. Concordei. A seguir me perguntou como dava meu testemunho e eu lhe disse que escolhia as pessoas ao acaso e lhes falava a respeito do Senhor, se elas mostrassem algum interesse. Ao que a missionária me ensinou que eu deveria fazer uma lista e orasse por meus amigos primeiro, enquanto aguardasse pela oportunidade de Deus para testemunhar para eles.
Imediatamente, comecei a colocar minha vida em ordem para eliminar os problemas que impediam minha comunhão com o Senhor. Ao mesmo tempo, fiz uma lista com o nome de setenta amigos com o propósito de orar por eles diariamente. Alguns dias eu orava a cada hora, até na sala de aula. Quando as oportunidades vieram eu tentava persuadi-los a crer no Senhor Jesus. Meus colegas freqüentemente diziam jocosamente, lá vem o Sr. pregador, vamos ouvir sua pregação... Embora de fato, eles não tivessem a mínima intenção de ouvir.
Eu contei, depois, meu fracasso a irmã Grose e ela me persuadiu a continuar orando até que algum deles fosse salvo. E, com a graça do Senhor continuei orando diariamente, e depois de vários meses, todas, com exceção de uma, das setenta pessoas daquela lista foram salvas
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Duas frases de Watchman Nee:
"A menos que sejamos tratados e quebrantados por meio da disciplina, estaremos restringindo o poder de Deus. Sem o quebrantamento do homem exterior, a igreja não pode ser um canal de Deus".
E, em sua última carta, escrita no dia de sua morte: " Apesar da minha doença, ainda continuo cheio de alegria em meu coração" http://www.watchmannee.org/
Ultima nota: Nee tinha um espinho na carne controlado pela graça de Deus. Desde 1924, ele era tuberculoso. Sobre esse assunto, estive olhando o material e pude ver que a luta de Nee em oração contra essa doença é de uma inspiração e edificação maravilhosas. Ele dependia do Senhor, todo dia, para viver por causa da doença. Viveu com ela 48 anos. Deve demandar umas duas semanas de tradução. Orem por mim, pois gostaria de compartilhar essa bênção com meus leitores.
"A menos que sejamos tratados e quebrantados por meio da disciplina, estaremos restringindo o poder de Deus. Sem o quebrantamento do homem exterior, a igreja não pode ser um canal de Deus".
E, em sua última carta, escrita no dia de sua morte: " Apesar da minha doença, ainda continuo cheio de alegria em meu coração" http://www.watchmannee.org/
Ultima nota: Nee tinha um espinho na carne controlado pela graça de Deus. Desde 1924, ele era tuberculoso. Sobre esse assunto, estive olhando o material e pude ver que a luta de Nee em oração contra essa doença é de uma inspiração e edificação maravilhosas. Ele dependia do Senhor, todo dia, para viver por causa da doença. Viveu com ela 48 anos. Deve demandar umas duas semanas de tradução. Orem por mim, pois gostaria de compartilhar essa bênção com meus leitores.
Comentários:
quando olho para as fotos deste chinês, meus olhos ficam molhados. Para
ser cristão na China, naquela época, tinha que desprezar a própria
vida. Ele sabia o preço e não negociava. Quando quiseram libertá-lo, em
1968, com a condição de nunca mais pregar o nome de Jesus, ele não
aceitou e assim o mantiveram no cárcere até à morte. Quando for da
próxima vez a uma livraria cristã, não perca tempo. Watchman Nee
escreveu sobre aquilo que vivenciava.
Ainda não terminou. Agora veja 90 fotos aqui da Igreja Evangélica da China
Fonte: http://olharcristao.blogspot.com/2013/09/a-conversao-do-pastor-chines-watchman.html#ixzz2fonuKr8p
Não chame ninguém de burro!
Resumo do filme Mãos Talentosas
ENXERGANDO ALÉM DAQUILO QUE VOCÊ VÊ!
![]() |
| Dr. Benjamin Solomon Carson |
FICHA DO FILME
.Baseado na vida real do Dr. Benjamin Solomon Carson
.Lançamento: 2009
.Diretor: Thomas Carter
.Ator: Cuba Gooding Jr. (Ben Carson)
.Atriz: Kinberly Elise (Sonya Carson)
.Gênero: Drama, Biografia.
RESUMO: O
filme conta a história de vida Benjamin Solomon Carson, o maior
neurocirurgião pediatra da década de 80/90, que chegou no auge da sua
carreira quando operou com sucesso, pela primeira vez na história da
medicina, uma separação crânio-cefálica ocipital de gêmeos siameses
alemães, sem que nenhum deles morresse. Da infância pobre à Medalha
Presidencial da Liberdade na Casa Branca em 2008, foi um caminho muito
difícil onde as atitudes da mãe foram decisivas para colocar o filho
(que todos chamavam de burro) no caminho de um futuro brilhante.
HISTÓRIA:
Ben Carson era um menino pobre, negro,
criado sem a presença do pai desde os cinco anos, na cidade de Detroit.
Por ser míope e pouco disciplinado tirava as piores notas da escola.
Sendo constantemente chamado de burro pelos colegas mais aplicados,
começou a acreditar mesmo que não tinha inteligência.
Sua mãe não aceitou aquela crença. Afirmou que Ben era inteligente e colocando seu dedo indicador na cabeça do garoto profetizou: Tudo o que você precisa para conquistar no mundo está aqui dentro! Você só precisa enxergar além do que vê!
Sua mãe não aceitou aquela crença. Afirmou que Ben era inteligente e colocando seu dedo indicador na cabeça do garoto profetizou: Tudo o que você precisa para conquistar no mundo está aqui dentro! Você só precisa enxergar além do que vê!
Sonya Carson, a mãe de Ben, era uma
mulher analfabeta. Criava sozinha os dois filhos. Ela crescera em lar
adotivo e aos 13 anos casou-se com um homem que a fazia muito feliz.
Mas, depois de cinco anos, descobriu algo que lhe trouxe uma tristeza
imensa: seu marido sempre tivera uma outra família. E ainda mais ficou
horrorizada quando também descobriu que ele era um traficante de drogas.
Divorciou. Fugiu com os filhos para a casa da irmã em Boston. Depois da
sentença do divórcio, voltou para Detroit. Continuava muito deprimida e com
pensamentos suicidas, procurou ajuda no hospital psiquiátrico da
cidade. Na conversa com o médico, chorou e disse que era burra,
analfabeta, uma faxineira, e que estava muito preocupada com os garotos,
pois não queria que eles tivessem o mesmo futuro.
Tendo sido aceita para tratamento, antes de se internar tomou a primeira decisão que veio a ser o ponto de inflexão na vida de seus dois filhos. Dizendo que iria a Boston ver a irmã (mentiu), ela ordenou, antes de se internar, que na sua ausência os dois "moleques" deviam aprender a tabuada inteira.
Ben, ao ouvir esta ordem da mãe, disse que ela era a pior mãe do mundo. Mas, pouco tempo depois, o menino que não acertava uma questão na prova de Matemática estava acertando 24 questões em 25. No dia que isto aconteceu ele chegou em casa muito eufórico, e deparou com sua mãe que estava de volta.
Tendo sido aceita para tratamento, antes de se internar tomou a primeira decisão que veio a ser o ponto de inflexão na vida de seus dois filhos. Dizendo que iria a Boston ver a irmã (mentiu), ela ordenou, antes de se internar, que na sua ausência os dois "moleques" deviam aprender a tabuada inteira.
Ben, ao ouvir esta ordem da mãe, disse que ela era a pior mãe do mundo. Mas, pouco tempo depois, o menino que não acertava uma questão na prova de Matemática estava acertando 24 questões em 25. No dia que isto aconteceu ele chegou em casa muito eufórico, e deparou com sua mãe que estava de volta.
Trabalhando na casa de um professor
viúvo, a mãe de Ben ficou impressionada com o tamanho da Biblioteca e
perguntou para aquele professor se ele já tinha lido todos aqueles
livros. O que ele respondeu: "Quase todos". Voltando para casa,
encontrou os filhos desperdiçando tempo precioso de vida assistindo
programas idiotas na TV. Então tomou a terceira e mais acertada atitude
que levaria aqueles dois garotos a ser homens de destaque na sociedade,
ao ordenar que poeriam assistir dois programas de TV por semana. Tendo
sido questionada sobre o que iriam fazer com aquele tempo, ela deu uma
segunda ordem: eles teriam que ir à Biblioteca da cidade, ler dois
livros cada, fazer os resumos e entregá-los para ela.
A leitura fez muito bem a Carson. Ele
terminou a 8ª série com o prêmio do melhor aluno da classe. Mas o fato
decisivo que o levou a escolher a medicina foi o sermão do Pastor da sua
Igreja que pregou sobre um médico missionário sendo perseguido por
bandidos em terra estranha.
Suas notas eram tão boas que foi um dos
três alunos que ganharam bolsa de estudos para estudar na Universidade
de Yale, cidade de New Haven, Estado de Connecticut. O futuro da
Neurocirurgia estava no Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland.
Havia somente duas vagas para 130 candidatos à bolsa-residência médica.
Na entrevista, ele falou do milagre do cérebro e de Haendel. Ficou com a
primeira vaga.
Foi tão bem sucedido na sua residência
no Johns Hopkins, que mais tarde veio a ser o chefe da Neurocirurgia
Pediátrica daquele Centro Hospitalar. Ali ele chegou ao auge quando
operou os gêmeos siameses da Alemanha, tendo sido a primeira operação na
história da medicina em que os dois bebês sobreviveram. Para conseguir
sucesso em seus grandes desafios ele tinha um grande segredo: Oração!
Ele orou para que Deus contivesse sua
raiva, quando esfaqueou um colega de escola. Ele disse que orava quando
se encontrou pela primeira vez com o casal de alemães, pais dos gêmeos
siameses Binder e ele orou antes de iniciar o processo operatório que
durou 22 horas.
A cirurgia dos gêmeos Binder deu certo,
porque o Dr. Carson introduziu um procedimento inédito: induzindo o
coração dos bebês à hipotermia por uma hora. Com o coração parado, não
haveria perda de sangue, o sistema circulatório do cérebro de cada bebê
seria reconstruído. O tempo chegou ao fim, o sangue que estava a 20º foi
aquecido, os desfibriladores fizeram aqueles dois coraçõezinhos pegar
"no tranco" e, para a glória do Senhor, lá foram os dois para as
incubadoras.
-Qual dos dois vocês querem ver primeiro?
Foi a pergunta do médico ao casal Binder, que foram e acharam os dois vivíssimos!
MINHAS CONSIDERAÇÕES:
Não chame ninguém de burro, porque você
insulta o Criador. E ele criou cada um para um grande e maravilhoso
propósito. Não aceite o rótulo de burro, porque se Deus tivesse criado
você para ser um burro teria lhe dado quatro patas e duas orelhas
grandes. E mesmo um burro, não tem nada de burro!
Por que muita gente se acha burro? Bem,
uma professora de pós-graduação nos disse que o cérebro pesa um quilo e
meio de massa e além de ser um milagre de Deus, pode ser também uma fábrica de
crenças bloqueadoras: Estou velho demais... É muito tarde para começar
isso... Não deu certo da primeira vez...Eu sou um negro coitadinho...Eu
sou uma branquela sem futuro...Deus já se esqueceu de mim... Vou morrer
na miséria... Meu filho nunca vai largar as drogas... Não vale a pena
estudar...O único caminho que tenho agora é me matar... Não aguento mais
ficar naquele trabalho... Minha saúde nunca vai melhorar... Eu não
consigo passar naquele concurso... Eu sou um zero à esquerda... Deus não
gosta de mim... etc,.
Há respostas e planos para todos os
problemas do mundo dentro do seu cérebro. Como disse a mãe do garoto
Ben: Você só precisa enxergar além daquilo que você vê", o mesmo
conselho que o Apóstolo Paulo deu para os cristãos de Corinto: Andemos
por fé, e não por vista." O que você está vendo? Uma parede? um buraco
sem fundo? uma vida destroçada? E se você levantar um pouco mais os
olhos, o que sua imaginação pode ver? Deixe-me dizer uma profecia: Um
canudo de Doutor! Uma casa de três andares! O melhor emprego da sua
vida! Uma pessoa maravilhosa que Deus colocará em sua vida! Três
carrinhos de compra lotados no supermercado e uma conta bancária com o
suficiente para você e sua família. Você precisa usar sua imaginação e
mostrar grandes coisas para você e para Deus. Um dia, todo este fracasso
estará no passado, e você será agradecido a Deus pelos tempos difíceis,
porque estes costumam ser o ponto de inflexão na sua vida.
Por fim, o cérebro só consegue levar
você ao grande propósito de Deus para sua vida, se você fizer ele
trabalhar: estudando, estudando, estudando e não perdendo seu tempo com
coisas que o deixam ignorante. Não há limite de espaço para o
conhecimento dentro dele. Mas se você deixá-lo ocioso ou alimentá-lo com
coisas inúteis, não só vai falhar na conquista daquilo que Deus
planejou para você, como também privar a sua família de um futuro
melhor.
Assista:o filme aqui: http://vimeo.com/67598786
Fonte: http://olharcristao.blogspot.com/2013/09/resumo-do-filme-maos-talentosas.html#ixzz2fokTWIU8
Doutrina, Usos e Costumes
O tema “usos e costumes” é uma velha
questão nos círculos pentecostais. A tradição faz parte de todas as
instituições e sociedades. Assim, é correto afirmar que todas as igrejas têm os
seus costumes, impostos ou espontâneos, mas igualmente estabelecidos. Por muito
tempo se confundiu costumes com doutrina, mas há diferenças significativas
entre esses dois conceitos.
O que é costume? O lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda definiu costume como “uso, hábito ou prática geralmente observada” [1]. O dicionarista Adriano da Gama Cury definiu, de maneira mais completa, a palavra costume como “uso, prática habitual; modo de proceder; característica, particularidade; prática jurídica ou religiosa não escrita, baseada no uso; moda; traje característico ou adequado...” [2]. Essas definições mostram que o costume é um hábito repetidamente adotado por um determinado grupo social. Os costumes fazem parte da identidade de uma instituição.
O que é doutrina? No Novo Testamento a palavra mais usada para doutrina é didache e significa ensino, instrução, tratado ou doutrina. Segundo o teólogo Claudionor Corrêa de Andrade, doutrina é a “exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente” [3]. Doutrina, portanto, é o resultado do um ensino teológico, adotado por uma denominação ou religião.
O pastor Antonio Gilberto apresentou em seu livro Manual da Escola Dominical [4], algumas diferenças entre usos e costumes, e neste artigo será apresentada outras diferenças, além da lista exposta pelo teólogo pentecostal.
a) A doutrina é de origem divina, o costume é de origem humana. A doutrina é divina pois está baseada na inspirada Palavra de Deus. Para uma ideia ser doutrina bíblica é preciso que ela esteja exposta por todo o texto sagrado. Nunca uma verdadeira doutrina é baseada em textos isolados.
O costume é imposto por convenções humanas de maneira espontânea ou obrigatória, sendo assim, o costume é humano. Há muitos que tentam achar textos bíblicos para justificar a perpetuação de sua tradição, mas normalmente praticam a eisegese [5], ou seja, dizem o que bem querem e tentam justificar na Bíblia. O teólogo Esdras Costa Bentho, escrevendo sobre a eisegese, disse:
O que é costume? O lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda definiu costume como “uso, hábito ou prática geralmente observada” [1]. O dicionarista Adriano da Gama Cury definiu, de maneira mais completa, a palavra costume como “uso, prática habitual; modo de proceder; característica, particularidade; prática jurídica ou religiosa não escrita, baseada no uso; moda; traje característico ou adequado...” [2]. Essas definições mostram que o costume é um hábito repetidamente adotado por um determinado grupo social. Os costumes fazem parte da identidade de uma instituição.
O que é doutrina? No Novo Testamento a palavra mais usada para doutrina é didache e significa ensino, instrução, tratado ou doutrina. Segundo o teólogo Claudionor Corrêa de Andrade, doutrina é a “exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente” [3]. Doutrina, portanto, é o resultado do um ensino teológico, adotado por uma denominação ou religião.
O pastor Antonio Gilberto apresentou em seu livro Manual da Escola Dominical [4], algumas diferenças entre usos e costumes, e neste artigo será apresentada outras diferenças, além da lista exposta pelo teólogo pentecostal.
a) A doutrina é de origem divina, o costume é de origem humana. A doutrina é divina pois está baseada na inspirada Palavra de Deus. Para uma ideia ser doutrina bíblica é preciso que ela esteja exposta por todo o texto sagrado. Nunca uma verdadeira doutrina é baseada em textos isolados.
O costume é imposto por convenções humanas de maneira espontânea ou obrigatória, sendo assim, o costume é humano. Há muitos que tentam achar textos bíblicos para justificar a perpetuação de sua tradição, mas normalmente praticam a eisegese [5], ou seja, dizem o que bem querem e tentam justificar na Bíblia. O teólogo Esdras Costa Bentho, escrevendo sobre a eisegese, disse:
O intérprete está cônscio de que a
interpretação por ele asseverada não está condizente com o texto, ou então está
inconsciente quanto aos objetivos do autor ou do propósito da obra. Entretanto,
voluntária ou involuntariamente, manipula o texto a fim de que sua loquacidade
possa ser aceita como princípio escriturístico. [6]
Tentar justificar na Bíblia as tradições é uma tarefa que tem levado a muitas distorções bíblicas. O melhor é reconhece a humanidade do costume.
b) A doutrina é imutável, o costume muda. A doutrina é permanente, ela nunca muda. A doutrina da “justificação pela fé”, exposta principalmente nos primeiros capítulos de Romanos, nunca mudou e nem deve ser mudada. Doutrina (bíblica) mudada é heresia. Quando Lutero resgatou a doutrina da justificação pela fé, ele orientou a igreja a voltar na perspectiva bíblica sobre o assunto. São passados mais de dois mil anos e essa doutrina nunca mudou no verdadeiro cristianismo.
O costume não é imutável. No Brasil era comum os cidadãos andarem pelas ruas de chapéus, tanto homens como mulheres, passados os anos não há mais esse costume no país. Antigamente, os pais escolhiam com quem a sua filha casaria, mas também esse costume mudou. É necessário que o costume mude, pois ele está ligado à cultura local, e toda cultura é dinâmica. Mudar alguns costumes não significa passar do são para o diabólico, como muitos pregam. A mudança é inevitável e deve ser bem orientada, mas como enfatizado, é sempre necessária. É bem relevante o que o teólogo britânico John Stott escreveu no seu livro Cristianismo Equilibrado [7]:
Quando resistimos a mudanças- sejam
elas na igreja ou na sociedade devemos perguntar-nos se são na realidade, as
Escrituras que estamos defendendo(como é nosso costume insistir ardorosamente)
ou, se ao contrário, é alguma tradição apreciada pelos anciãos eclesiásticos ou
de nossa heranças cultural. Isto não quer dizer que todas as tradições,
simplesmente por serem tradicionais, devam a qualquer custo ser lançadas fora.
Iconoclasmo sem crítica é tão estúpido quanto conservantismo sem crítica, e é
algumas vezes mais perigoso. O que estou enfatizando é que nenhuma tradição
pode ser investida com uma espécie de imunidade diplomática à examinação.
Nenhum privilégio especial pode ser-lhe reivindicado.
Algumas igrejas estão impondo mudança de costumes, isso é um erro, que sempre levará a exageros. Os costumes mudam naturalmente, mas devem seguir orientação para não levar a práticas antibíblicas. As igrejas sem orientação pastoral tem aderido a costumes extravagantes, como bailes funks em meio ao culto. Tudo deve ser feito com equilíbrio, nada de permissividade em excesso e nem de legalismo. A igreja, também, não pode impor "tabus comunais".
c) A doutrina é universal, o costume é local.
A doutrina é universal no sentido que é para todos os povos em todas as culturas. Proclamar Jesus como Salvador faz sentido no Brasil em 2007, como para os indianos que foram evangelizados pelo apóstolo Tomé, o primeiro missionário daquela nação, ainda no primeiro século da Era Cristã.
O costume é local. Os homens na Escócia usam um tipo masculino de saia. No Siri Lanka é, também, costume para homens a vestimenta com saias. Enquanto a saia, na maior parte do Ocidente, é uma roupa exclusivamente feminina. No Brasil é comum comer peixe cozido ou frito, mas no Japão se come peixe-cru.
d) A doutrina santifica, o costume não santifica.
A doutrina bíblica santifica o crente mediante a Palavra de Deus. Jesus disse: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). O ensino da Palavra de Deus, ou seja, das doutrinas bíblicas, é um dos meios que Deus usa para levar o crente a uma vida reta, assim como escreveu o salmista: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra”(Sl 119.9). John Henry Jowett disse: “Você não pode abandonar os grandes temas doutrinários e ainda assim produzir grandes santos”. O pastor A. W. Tozer escreveu: “O propósito que está por trás de toda doutrina é garantir a ação moral”. Por isso, é bom lembrar que a doutrina bíblica produz, naturalmente, bons costumes.
O costume não pode santificar. Quem acredita na santificação por meio dos costumes, normalmente, é um escravo do legalismo. O pastor Antonio Gilberto escreveu a respeito dos erros em relação a santificação e citou o engano de associar exterioridade com santidade: “Usos, práticas e costumes. Esses últimos, quando bons, devem ser o efeito da santificação, e não a causa dela”[8]. E bem relevante o que escreveu o pastor Ciro Zibordi no prefácio do livro Verdades Pentecostais:
Conservar não significa possuir uma
falsa santidade, fazendo dos usos e costumes uma causa, e não um efeito. Como
pode ser ao longo dessa obra , a observância da sã doutrina leva-nos a ter
santidade interna e externa, o que implica vida santa a partir do espírito (1Ts
5.23) e manutenção dos bons costumes. Estes, pois, não devem gerar doutrinas,
como vem acontecendo em algumas igrejas não legitimamente avivadas, para
prejuízo de seus membros. [9]
O farisaísmo se caracterizava por associar sua obras com salvação. Há muitos que fazem dos costumes “doutrinas” e, assim, pensam que para serem salvos precisam fazer isso ou aquilo. Como dizia Lutero: “As boas obras não fazem o homem bom; mas o homem bom pratica as boas obras”. A inversão dessa ordem cria escravos do farisaísmo e não servos do Altíssimo.
e) A doutrina é um princípio, o costume é um preceito.
Há diferença entre princípio e preceito? Sim. O pastor José Gonçalves escreveu: “Os preceitos apontam para princípios e não o contrário. Um princípio é aquilo que está por trás do preceito ou norma”[10]. Por exemplo, usar uma roupa social em um tribunal é uma norma, um preceito. O princípio ou doutrina por trás dessa norma é que o tribunal é um lugar sério e não ambiente de entretenimento, onde se possa ir de jeans ou short.
f) A doutrina é verdade absoluta, o costume é uma verdade relativa.
A doutrina é sempre verdade absoluta, ou seja, é para todos, em todas as épocas e em todos os lugares. O costume é relativo, como lembra Geremias do Couto:
Ao insistirmos nos absolutos, não
queremos afirmar que não haja também conceitos relativos. Essa diversidade se
manifesta, por exemplo, nas comidas típicas de cada país, nos estilos da arquitetura,
no estilo da vestimenta e até mesmo em relação à hora de dormir, que depende do
fuso horário. Mas tais circunstâncias relativas acabam apontando para
princípios biológicos absolutos; todos precisam alimentar-se, todos precisam
dormir. [11]
O costume, por ser relativo, não deveria ser imposto como obrigação. Era comum missionários europeus tentarem impor os costumes do norte em países da Ásia e da América. Hoje, o conceito de “transculturação” está ajudando muito em relação a esse problema.
Há muitas outras diferenças entre doutrina e costumes, mas fica apontado que ambas não são a mesma coisa, porém estão ligadas. O bons costumes são aqueles que não escravizam o crente, colocando um jugo que Jesus tirou na cruz, mas sim, é resultado da boa doutrina.
Por Gutierres
Siqueira
Os Milagres de Elias e Eliseu
Neste 1º Trimestre de 2013 estamos estudando sobre Elias e Eliseu - Um ministério de poder para toda a Igreja. Na lição 8, estudamos sobre O Legado de Elias, onde foi comentado sobre quando Eliseu pede a Elias Unção Dobrada, ao ouvir o seu pedido Elias respondeu: "Dura coisa pediste". Com certeza nem todos os milagres de Elias e Eliseu foram registrados, mas observando algumas das profecias e milagres realizados por eles podemos entender que de fato Eliseu recebeu porção dobrada. Isto de maneira alguma aconteceu para engrandecer Eliseu em relação a Elias, mas tudo ocorreu para glória de Deus.
OS MILAGRES E PROFECIAS DE ELIAS E ELISEU
ELIAS
1. Com sua capa abriu o rio Jordão (2 Reis 2: 8)
2. Profetizou uma grande seca (I Reis 17:1; Tg 5:17)
3. Aumentou o azeite e farinha da viuva (I Reis 17:14. 16);
4. Deu vida ao filho da viuva (I Reis 17: 21-23)
5. Destruiu o altar de Baal (I Reis 18:36-38)
6. Decretou o fim da seca (I Reis 18: 42.45)
7. Ungiu Eliseu profeta em seu lugar (I Reis 19: 16)
8. Desarmou os siros diante de Israel (I Reis 20:28)
9. Lavrou a sentença do rei Acabe (I Reis 21:19. 20);
10. Profetizou a sentença de Jezabel (I Reis 21:23)
11. A morte de Acazias (II Reis 1:3. 4.6);
12. 102 homens são consumidos pelo fogo (II Reis 1:10. 12);
13. Profetizou a ruína e morte de Jorão rei de Judá (II Cr 21:12-20).
ELISEU
1. Abriu o rio Jordão (II Reis 2:14):
2. Sarou as águas de Jericó (II Reis 2:22-23);
3. 42 adolescentes despedaçados por duas ursas (II Reis 23. 24):
4. Providenciou água a três Reis (II Reis 3:15, 16, 20):
5. Aumentou o azeite da viuva (II Reis 4: 6, 7):
6. O filho da sunamita (II Reis 4:14 16,17):
7. Ressuscitou o menino (II Reis 4:19, 35);
8. Tirou a morte da panela (II Reis 4:41):
9. A multiplicação dos pães (II Reis 4:42-44);
10. Curou Naamã da lepra (II Reis 5:14);
11. Colocou lepra em Geazi, seu auxiliar (II Reis 5:27);
12. Fez nadar um machado (II Reis 6: 6, 7);
13. Revelou ao rei de Israel o esconderijo dos siros (II Reis 6:9, 12);
14. Deu visão espiritual a Geazi (II Reis 6:17);
15. Cegou o siros (II Reis 6:18);
16. Devolveu-lhes a visão (II Reis 6:20);
17. Livrou-se da morte por revelação divina (II Reis 6:31, 32);
18. Previu alimentação ao povo de Samaria (II Reis 7:1, 18);
19. Sentenciou Benadade à morte (II Reis 8:10, 15);
20. Profetizou o mal que Hazael faria a Israel (II Reis 8:12; 10:32);
21. A unção de Jeú a rei (II Reis 9:1-3,6);
22. A vitória de Jeoás (II Reis 13:17, 19,25);
23. Sentenciou a morte de um capitão (II Reis 7:2, 19,20);
24. Anunciou uma seca por sete anos (II Reis 8:1);
25. A derrota dos moabitas (II Reis 3:18, 24);
26. Depois de morto ressuscitou um defunto (II Reis 13:21).
http://prfernandotavares.blogspot.com.br/
ELIAS
1. Com sua capa abriu o rio Jordão (2 Reis 2: 8)
2. Profetizou uma grande seca (I Reis 17:1; Tg 5:17)
3. Aumentou o azeite e farinha da viuva (I Reis 17:14. 16);
4. Deu vida ao filho da viuva (I Reis 17: 21-23)
5. Destruiu o altar de Baal (I Reis 18:36-38)
6. Decretou o fim da seca (I Reis 18: 42.45)
7. Ungiu Eliseu profeta em seu lugar (I Reis 19: 16)
8. Desarmou os siros diante de Israel (I Reis 20:28)
9. Lavrou a sentença do rei Acabe (I Reis 21:19. 20);
10. Profetizou a sentença de Jezabel (I Reis 21:23)
11. A morte de Acazias (II Reis 1:3. 4.6);
12. 102 homens são consumidos pelo fogo (II Reis 1:10. 12);
13. Profetizou a ruína e morte de Jorão rei de Judá (II Cr 21:12-20).
ELISEU
1. Abriu o rio Jordão (II Reis 2:14):
2. Sarou as águas de Jericó (II Reis 2:22-23);
3. 42 adolescentes despedaçados por duas ursas (II Reis 23. 24):
4. Providenciou água a três Reis (II Reis 3:15, 16, 20):
5. Aumentou o azeite da viuva (II Reis 4: 6, 7):
6. O filho da sunamita (II Reis 4:14 16,17):
7. Ressuscitou o menino (II Reis 4:19, 35);
8. Tirou a morte da panela (II Reis 4:41):
9. A multiplicação dos pães (II Reis 4:42-44);
10. Curou Naamã da lepra (II Reis 5:14);
11. Colocou lepra em Geazi, seu auxiliar (II Reis 5:27);
12. Fez nadar um machado (II Reis 6: 6, 7);
13. Revelou ao rei de Israel o esconderijo dos siros (II Reis 6:9, 12);
14. Deu visão espiritual a Geazi (II Reis 6:17);
15. Cegou o siros (II Reis 6:18);
16. Devolveu-lhes a visão (II Reis 6:20);
17. Livrou-se da morte por revelação divina (II Reis 6:31, 32);
18. Previu alimentação ao povo de Samaria (II Reis 7:1, 18);
19. Sentenciou Benadade à morte (II Reis 8:10, 15);
20. Profetizou o mal que Hazael faria a Israel (II Reis 8:12; 10:32);
21. A unção de Jeú a rei (II Reis 9:1-3,6);
22. A vitória de Jeoás (II Reis 13:17, 19,25);
23. Sentenciou a morte de um capitão (II Reis 7:2, 19,20);
24. Anunciou uma seca por sete anos (II Reis 8:1);
25. A derrota dos moabitas (II Reis 3:18, 24);
26. Depois de morto ressuscitou um defunto (II Reis 13:21).
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